terça-feira, 1 de novembro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

Soundgarden: "novo álbum não é um retrocesso"

De acordo com a The Pulse Of Radio, o vocalista do SOUNDGARDEN Chris Cornell diz em uma nova entrevista para a RollingStone.com (veja abaixo) que o primeiro álbum da banda em quase 16 anos está "praticamente pronto" e que parece que a banda "não perdeu batida nenhuma".
Descrevendo a "personalidade" do novo disco, Cornell disse, "é muito cálido para mim e aventuroso como todos nossos álbuns foram. Não parece um retrocesso a nenhum período anterior e nós definitivamente abordamos as músicas de formas diferentes de antes... mas sempre fizemos isso de um álbum para outro então parece como um genuíno próximo passo para mim. Não parece nostálgico, parece que seguimos em frente."
.
Cornell disse que o novo álbum deve sair na primavera de 2012 (outono no hemisfério sul). O vocalista também disse que ele não sabe na realidade por que levou 12 anos para a banda se reunir, explicando, "acho ue o SOUNDGARDEN pode continuar… e provavelmente devia sempre ter a atitude de ser uma banda formada em atividade que simplesmente precisava de um te
q
mpo. Com o SOUNDGARDEN a sensação q
ue tive sempre foi a de que desde que fosse uma decisão unânime e todos realmente quisessem sempre seria possível voltarmos."
O SOUNDGARDEN se reuniu ano passado após se separar em 1997. O último da banda de material inédito foi o "Down On The Upside" de 1996.
Cornell irá lancer seu próprio album acústico ao vivo chamado "Songbook" em 21 de novembro. Ele traz 16 faixas, incluindo covers e material de todas as fases da carreira de Cornell.
A segunda rodada de shows acústicos solo Cornell começarão em 1º de novembro em Memphis e dá seqüência a sua primeira turnê nesse formato, que ocorreu na última primavera (outuno no hemisfério sul)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Cliff Burton: há 25 anos atrás morria o Mozart do Metal - Novidades (Notícia)



Há exatamente 25 anos atrás, nessa noite – ou seja, por volta das 09h30min PM do horário de São Francisco, por volta de 06h30min AM na Suécia – que o baixista doMetallica, CLIFF BURTON foi morto quando o ônibus vagabundo no qual a banda estava viajando patinou para fora da estrada e tomou de lado, arremessando metade do corpo de Cliff por uma janela lateral, e aterrissando em cima dele, seus pés aparecendo para fora da estrutura.
Se Cliff não estivesse morto, ainda que ele certamente estaria após o primeiro guindaste chegar ao local do acidente e içar o ônibus de cima dele por alguns metros, só pro cabo de aço se romper e o ônibus cair de novo em cima dele com força total.
Foi um fim enojante e injusto para uma vida que tinha sido vivida como nós todos sonhamos que as vidas do rock deveriam, mas nunca o são, e agora então, um quarto de século depois, menos do que nunca.
Quando, apenas algumas semanas antes, os quatro membros do Metallica tinham sido notificados por seus empresários que o sucesso de seu terceiro disco, ‘Master of Puppets’ – o primeiro do grupo a chegar ao Top 30 dos EUA – o que significava que eles agora poderiam fazer um pagamento de entrada em casas novas, Cliff sorriu marotamente e disse: “Eu quero uma casa onde eu possa atirar com minha arma que dispara facas!”
Uma coisa tipicamente do Cliff para se dizer, o que ele queria dizer, traduzido a grosso modo, foi: Ótimo, agora que eu tenho dinheiro eu posso ser ainda mais quem eu de fato sou.
Para Cliff Burton, veja bem, como todos os grandes nomes da música, cinema, TV, esporte – qualquer tipo de atividade criativa que por vezes chamamos de arte – não se começava ou mesmo terminava-se com quanto dinheiro você ganhasse, mas com o quão grandioso o que você fez realmente era. Não o quanto os críticos diziam que fosse. Ou mesmo os fãs, honestamente. Mas o quanto a peça estava enraizada lá dentro onde mais conta, na sua própria alma.
Você podia ver isso na superfície, no modo que ele se vestia. A própria banda dele ficava envergonhada com a preferência exagerada dele por jeans de boca-de-sino «isso numa época em que, jovens historiadores, tais calças estavam tão na moda como ombreiras enormes são hoje em dia», sua queda por cardigãs comidos por traças, e seu gosto por ficar chapado o tanto quanto possível o tão freqüente fosse possível.(...)
Esta matéria pode ser lida na íntegra no site do LoKaos Rock Show:
http://lokaos.net/cliff-burton-nesta-data-25-anos-atras-morria-o-mozart-do-metal...

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

domingo, 21 de agosto de 2011

SWU: Stone Temple Pilots e Alice In Chains confirmados


A nota abaixo foi publicada no site do SWU.
Precisa dizer mais? Não precisa, mas a gente vai dizer mesmo assim. Alice In Chains  é “só” uma das maiores referências do rock underground norte-americano. Stone Temple Pilots está entre as mais aclamadas bandas de rock da cena mundial. E o SWU Music & Arts Festival 2011 vai colocar você diante das duas bandas no dia 14 de novembro, que está cada vez mais se solidificando com um dia-marco para a história do rock mundial!
Alice in Chains traz a essência e efervescência da cena musical de Seattle e chega ao Brasilamparada pelo sucesso de seu último álbum, Gives Way to Blue. O grupo tem sido um dos maiores destaques do rock nos últimos 20 anos e, apesar de ter o som sempre associado ao grunge, incorpora também elementos do heavy metal, glam rock, hard rock e da música acústica.
O estouro aconteceu mesmo com o movimento grunge do início dos anos 90, ao lado de bandas como Nirvana, Soundgarden e Pearl Jam. Uma trajetória de sucessos fez com que o Alice se tornasse um dos grupos mais bem sucedidas comercialmente da década de 1990, tendo vendido cerca de 20 milhões de álbuns ao redor do mundo, além de emplacarem dois álbuns na primeira posição da Billboard 200 (Jar of Flies e Alice in Chains), 11 singles nas dez primeiras posições na parada Mainstream Rock Tracks e seis indicações ao Grammy.
A banda passou um longo tempo na inatividade, devido a problemas com drogas de seu vocalista, Layne Staley, que acabou morrendo em 2002. Em 2005, contudo, o Alice voltou a ativa e, em 2009, concluiu a gravação de seu primeiro álbum de estúdio em quatorze anos, Black Gives Way to Blue, com o novo vocalista e guitarrista William DuVall. A banda atualmente é formada pelo vocalista e guitarrista Jerry Cantrell, William Duvall (vocalista e guitarra rítmica), o baixista Mike Inez e o baterista Sean Kinney. Seu último álbum já foi indicado duas vezes ao Grammy como Best Hard Rock Performance” com os hits Check my brain e A looking in View.
Stone Temple Pilots
Os cinco primeiros álbuns de estúdio da Stone Temple Pilots venderam mais de 17 milhões de cópias somente nos Estados Unidos e aproximadamente 40 milhões em todo o mundo. Considerada uma das principais bandas do gênero conhecido como rock alternativo, a banda, fundada em San Diego, nos Estados Unidos, em 1986, tem em sua formação Scott Weiland, os irmãos Robert e Dean DeLeo e Eric Kretz.
O grupo teve quinze singles no Top 10 das paradas de rock da Billboard, incluindo seis na primeira posição, e um álbum na primeira posição das paradas pop (Purple, de 1994). Em 1993, a banda ganhou um Grammy por “Best Hard Rock Performance” por sua canção “Plush”. O Stone Temple Pilots também foi classificado na 40ª posição da lista do canal VH1 dos 100 Maiores Artistas do Hard Rock da História.
Em 2003, após lançar uma compilação de greatest hits chamada Thank You, seus integrantes começaram a seguir caminhos separados e acabaram por anunciar o fim do grupo. Mas, em 2008, após Weiland sair do Velvet Revolver, voltaram a se reunir, lançando um novo CD em 2010, Stone Temple Pilots, largamente aclamado pela crítica e pelo público.
Se você gosta de rock você não é maluco de ficar em casa no dia 14. Ponto.

RATM: guitarrista fala sobre as revoltas no mundo


Na esteira dos distúrbios e revoltas que eclodiram no Reino Unido por um período de quatro dias na semana passada após um tiroteio de polícia em Londres, o guitarrista do Rage Against the Machine, o sempre politicamente consciente e franco Tom Morello, previu que manifestações continuarão a acontecer se não houver uma mudança política radical no mundo.
Morello apontou que os jovens descontentes continuarão a se revoltar a menos que os governos mudem a maneira de gerenciar a si mesmos e os países que deveriam liderar. "É um momento de instabilidade global, porque os pobres e a classe trabalhadora claramente tiveram o suficiente", declarou Morello. "O mundo não está nas mãos de pessoas que merecem governá-lo e enquanto o lucro continua a ser a prioridade política, o fosso entre ricos e pobres vai crescer, assim como a agitação", declarou Morello.

Flea: "Já pensei em deixar o RHCP um milhão de vezes"

O baixista do Red Hot Chili Peppers, FLEA, revelou que ele quase saiu da banda depois que o guitarrista John Frusciante saiu. Frusciante saiu da banda em 2009 e desde então foi substituído pelo ex-membro do WARPAINT, Josh Klinghoffer, que fez seu disco de estréia com a banda no vindouro ‘I’m With You’, que será lançado no dia 30 de Agosto. Entretanto, Flea agora disse que a saída de Frusciante quase o levou a largar o grupo.
Ele disse à revista Guitar World: “Ah, eu já pensei em sair um milhão de vezes. Não é nada novo pra mim. As coisas começam a ficar frustrantes e eu já penso, ‘Mmm, isso é uma merda.’ E eu não conseguia pensar em fazer isso sem John. Quando ele de fato saiu, passou algum tempo e eu comecei a sentir o profundo amor pela banda e quis continuar com ela. E ainda, eu sentia falta de Anthony. Então arrumamos Josh.”
O baixista também falou muito bem de Klinghoffer, descrevendo-o como um “músico sutil e poético” e não um “virtuoso da guitarra”.